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Seguro para Riscos Complexos e de Difícil Aceitação: Como Estruturar sua Empresa para Obter Cobertura

foto de uma induntria risco complexo.

Indústrias químicas, fabricantes de colchões e espumas, centros de distribuição, supermercados, armazéns logísticos e grandes varejistas enfrentam um desafio recorrente: dificuldade na contratação de seguro patrimonial.

Mesmo com AVCB aprovado, muitas empresas recebem recusas, prêmios elevados ou cláusulas restritivas. Mas por quê?

O Que São Riscos de Difícil Colocação?

São operações que apresentam alta concentração de estoque, carga de incêndio elevada ou potencial de perdas severas. Entre os segmentos mais impactados estão:

  • Indústrias químicas e produtos inflamáveis
  • Fábricas de colchões e espumas
  • Indústrias de plástico e papel
  • Armazéns logísticos e centros de distribuição
  • Supermercados e hipermercados
  • Grandes lojas de varejo (eletrônicos, alimentos, cama, mesa e banho)

Esses negócios não são “inseguráveis”. O problema está na estruturação técnica do risco.

Por Que o Seguro é Recusado Mesmo com AVCB?

No Brasil, o Corpo de Bombeiros concede o AVCB com base em normas nacionais (NBR). Já seguradoras e resseguradoras utilizam referências internacionais, como a NFPA (National Fire Protection Association).

Isso cria um desalinhamento:

  • O imóvel está regular para operação
  • Mas não atende integralmente aos critérios técnicos de subscrição do mercado segurador

O resultado pode ser:

  • Recusa da proposta
  • Prêmios elevados
  • Franquias altas
  • Sublimites restritivos
  • Exclusões relevantes

Quando é Necessário Resseguro Internacional?

Em operações com grande concentração de valores ou alto potencial de perda máxima provável (PML), o mercado nacional pode não ter capacidade suficiente.

Nesses casos, é necessária estruturação com resseguro facultativo internacional, muitas vezes envolvendo mercados como Londres.

Mas antes disso, é essencial preparar o risco adequadamente.

O Caminho Correto: Estruturar Antes de Cotar

Empresas que conseguem boas condições de seguro normalmente seguem três etapas fundamentais:

1. Avaliação de Riscos

Identificação de falhas, análise da carga de incêndio, armazenagem, sistemas de proteção e possíveis melhorias.

2. Adequação dos Sistemas de Proteção

Revisão de sprinklers, compartimentação, detecção, controle de ignição e organização de estoque.

3. Avaliação de Ativos (Valuation)

Definição técnica do valor de reposição de prédios, máquinas e estoques. Isso reduz conflitos em caso de sinistro e evita rateio por subavaliação.

Erro Comum das Empresas

Buscar seguro antes de estruturar o risco.

Quando isso acontece, o mercado fecha portas rapidamente e o histórico da empresa passa a indicar dificuldade de aceitação.

Conclusão

Riscos complexos exigem abordagem estratégica. Com avaliação adequada, ajustes técnicos e estruturação correta, é possível obter cobertura estável e sustentável.


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Perguntas Frequentes

Porque as seguradoras utilizam critérios internacionais, como normas da NFPA, que podem ser mais rigorosos que as normas brasileiras utilizadas para emissão do AVCB.

Sim, desde que possuam sistemas de proteção compatíveis com a carga de incêndio e realizem avaliação técnica adequada.

Quando o valor em risco ou a severidade potencial ultrapassam a capacidade do mercado segurador nacional.

Ela garante que os valores segurados estejam corretos, evitando rateio, subseguro e conflitos na indenização.

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